A Metalmatrix elaborou o primeiro Inventário de
Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), abrangendo o período de 1º de janeiro
a 31 de dezembro de 2025. O ano de 2025 foi definido como Ano Base, marcando o
início da gestão estruturada das emissões da empresa, englobando as unidades de
Caxias do Sul/RS e Navegantes/SC. A partir de agora, será possível acompanhar a
evolução das emissões ao longo do tempo, estabelecer metas de redução e
comparar resultados, fortalecendo o compromisso da organização com a
sustentabilidade e a transição para uma economia de baixo carbono.
O Inventário de Gases de Efeito Estufa (IGEE)
permitiu identificar as principais fontes de emissão associadas às suas
atividades, estabelecendo uma linha de base para o monitoramento e gestão das
emissões ao longo do tempo. Os resultados obtidos contribuem para o
aprimoramento da gestão ambiental, possibilitando maior controle sobre os dados
relacionados às emissões e a identificação de oportunidades de mitigação, além
de favorecer o alinhamento às exigências de mercado relacionadas à agenda
climática e ESG.
As emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE)
provenientes de fontes que pertencem ou são controladas pela organização, concentraram-se
predominantemente no tratamento de efluentes sanitários pelo uso de fossa
séptica, que totalizaram 6,720 t CO₂ e, representando 67,5% do total. Na
sequência, a combustão móvel contribuiu com 2,260 t CO₂e (22,7%), resultante
principalmente da queima de gasolina e diesel utilizados como combustíveis pela
frota controlada pela empresa. O processo industrial respondeu por 0,963 t CO₂e,
equivalente a 9,7% das emissões do escopo. Por fim, as emissões de combustão
estacionária associadas ao uso de acetileno na solda totalizaram 0,010 t CO₂e
0,1%, configurando a menor contribuição dentre as fontes avaliadas.
Deve-se destacar que a matriz elétrica brasileira
apresenta fator de emissão relativamente baixo quando comparada a outros
países, devido à elevada participação de fontes renováveis de geração de
energia, como hidrelétricas e sistemas de cogeração a partir de biomassa no
Sistema Interligado Nacional.
Considerando o total de emissões apuradas no período,
observa-se que o volume registrado permanece inferior à média anual de emissões
de CO₂e por pessoa no Brasil, estimada em aproximadamente 2,2 toneladas por
habitante ao ano. Esse resultado evidencia que, mesmo diante de atividades
industriais e operacionais, a organização mantém níveis relativamente reduzidos
de emissões diretas, refletindo a adoção de práticas operacionais responsáveis
e a influência positiva da matriz energética brasileira.
Nesse contexto, o monitoramento contínuo das fontes
emissoras e a busca por melhorias em eficiência energética, gestão de
combustíveis e tratamento de efluentes permanecem como oportunidades relevantes
para redução adicional das emissões e fortalecimento da estratégia de
sustentabilidade da organização.
Confira o inventário na íntegra. Clique aqui.
