Conheça o 1º Relatório do Inventário de Gases de Efeito Estufa da Metalmatrix

02 abril 2026 - Sustentabilidade

O estudo fortalece o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a transição para uma economia de baixo carbono.
Conheça o 1º Relatório do Inventário de Gases de Efeito Estufa da Metalmatrix

A Metalmatrix elaborou o primeiro Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), abrangendo o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025. O ano de 2025 foi definido como Ano Base, marcando o início da gestão estruturada das emissões da empresa, englobando as unidades de Caxias do Sul/RS e Navegantes/SC. A partir de agora, será possível acompanhar a evolução das emissões ao longo do tempo, estabelecer metas de redução e comparar resultados, fortalecendo o compromisso da organização com a sustentabilidade e a transição para uma economia de baixo carbono.

O Inventário de Gases de Efeito Estufa (IGEE) permitiu identificar as principais fontes de emissão associadas às suas atividades, estabelecendo uma linha de base para o monitoramento e gestão das emissões ao longo do tempo. Os resultados obtidos contribuem para o aprimoramento da gestão ambiental, possibilitando maior controle sobre os dados relacionados às emissões e a identificação de oportunidades de mitigação, além de favorecer o alinhamento às exigências de mercado relacionadas à agenda climática e ESG.

As emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) provenientes de fontes que pertencem ou são controladas pela organização, concentraram-se predominantemente no tratamento de efluentes sanitários pelo uso de fossa séptica, que totalizaram 6,720 t CO₂ e, representando 67,5% do total. Na sequência, a combustão móvel contribuiu com 2,260 t CO₂e (22,7%), resultante principalmente da queima de gasolina e diesel utilizados como combustíveis pela frota controlada pela empresa. O processo industrial respondeu por 0,963 t CO₂e, equivalente a 9,7% das emissões do escopo. Por fim, as emissões de combustão estacionária associadas ao uso de acetileno na solda totalizaram 0,010 t CO₂e 0,1%, configurando a menor contribuição dentre as fontes avaliadas.

Deve-se destacar que a matriz elétrica brasileira apresenta fator de emissão relativamente baixo quando comparada a outros países, devido à elevada participação de fontes renováveis de geração de energia, como hidrelétricas e sistemas de cogeração a partir de biomassa no Sistema Interligado Nacional.

Considerando o total de emissões apuradas no período, observa-se que o volume registrado permanece inferior à média anual de emissões de CO₂e por pessoa no Brasil, estimada em aproximadamente 2,2 toneladas por habitante ao ano. Esse resultado evidencia que, mesmo diante de atividades industriais e operacionais, a organização mantém níveis relativamente reduzidos de emissões diretas, refletindo a adoção de práticas operacionais responsáveis e a influência positiva da matriz energética brasileira.

Nesse contexto, o monitoramento contínuo das fontes emissoras e a busca por melhorias em eficiência energética, gestão de combustíveis e tratamento de efluentes permanecem como oportunidades relevantes para redução adicional das emissões e fortalecimento da estratégia de sustentabilidade da organização.

Confira o inventário na íntegra. Clique aqui